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Fim da escala 6x1: produtividade, custos e os novos desafios para a gestão de RH

Foto do escritor: Labortime
Labortime
há 3 dias
11 min de leitura

E se a empresa tivesse menos horas disponíveis para realizar o mesmo trabalho?

O debate sobre o fim da escala 6x1 coloca essa questão no centro das decisões empresariais. Mas a resposta não está apenas na jornada: ela envolve produtividade, custos, dimensionamento das equipes, organização dos processos e uso da tecnologia.

Neste artigo, a Labortime analisa as evidências disponíveis e mostra por que o impacto de uma eventual redução da jornada pode ser diferente para cada modelo de operação.

A pergunta que fica é: quanto valor sua empresa consegue gerar por hora trabalhada?

O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho deixou de ser apenas uma questão relacionada às relações trabalhistas. Para as empresas, a discussão traz uma pergunta mais ampla: como manter a operação funcionando, preservar a produtividade e controlar custos quando o tempo disponível para realizar o trabalho diminui?

A resposta não está apenas em quantas horas serão trabalhadas. Ela passa pela forma como as empresas organizam suas equipes, distribuem jornadas, estruturam processos, utilizam tecnologia e acompanham seus indicadores.

Uma redução de jornada significa, objetivamente, menos horas disponíveis de trabalho. Mas o impacto dessa mudança sobre custos, produtividade e necessidade de pessoal não é igual para todas as empresas. Ele depende do modelo de operação, do nível de eficiência dos processos, da necessidade de cobertura e da capacidade de transformar tempo de trabalho em resultado.

É por isso que o debate sobre a escala 6x1 pode ser visto também como uma oportunidade para o RH revisar uma questão fundamental: quanto valor a organização consegue gerar por hora trabalhada?

Menos horas disponíveis não significam necessariamente menos produtividade. Mas exigem que a produtividade seja melhor compreendida.

É nesse ponto que a discussão sobre jornada encontra temas cada vez mais importantes para a gestão de RH: processos, tecnologia, dimensionamento de equipes, custos, indicadores e capacidade operacional.

O que as evidências mostram sobre a redução da jornada?

Antes de projetar os impactos de uma eventual redução da jornada, é importante separar aquilo que as pesquisas já conseguem demonstrar daquilo que ainda depende das características de cada empresa.

Existe uma evidência objetiva: se a jornada semanal for reduzida, haverá menos horas disponíveis para a realização do trabalho. No cenário discutido atualmente, a passagem de 44 para 40 horas semanais representa uma redução de aproximadamente 9,1% das horas contratualmente disponíveis.

O que não é possível afirmar, a partir disso, é que os custos das empresas aumentarão na mesma proporção ou que a produtividade necessariamente cairá. Esses efeitos dependem de fatores como o modelo de operação, o nível de produtividade atual, a necessidade de cobertura, o dimensionamento das equipes e a forma como os processos estão organizados.

Estudos internacionais ajudam a compreender essa relação, mas também mostram que não existe uma fórmula única para diferentes economias, setores e modelos de trabalho. Pesquisas da OCDE, por exemplo, apontam uma associação consistente entre jornadas excessivamente longas e menor produtividade, enquanto os resultados sobre a redução da jornada normal são mais dependentes do contexto e da forma como a mudança é implementada.

Experiências de redução de jornada também apresentam resultados diferentes. Em alguns casos estudados, a produtividade por trabalhador foi preservada ou aumentou; em outros, os resultados foram diferentes. Isso reforça um ponto importante: reduzir horas não produz, isoladamente, um determinado resultado econômico. O efeito depende de como o trabalho é reorganizado.

O mesmo cuidado vale para os experimentos internacionais com semanas de quatro dias. Estudos recentes encontraram resultados positivos em indicadores como satisfação, bem-estar e burnout, mas esses modelos não são equivalentes à simples mudança de uma jornada de 44 para 40 horas ou à adoção de uma escala 5x2. Em muitos experimentos, a redução da jornada veio acompanhada de mudanças em processos, reuniões, prioridades e formas de medir produtividade.

Evidência não é projeção

Esse é um ponto importante para a análise empresarial.

É evidência: uma redução da jornada diminui o número de horas disponíveis.

É uma projeção: determinar quanto isso representará em custos, necessidade de contratação, produtividade ou preços.

Esses impactos precisam ser avaliados considerando a realidade de cada operação. Uma empresa cuja atividade depende de cobertura contínua, por exemplo, enfrenta uma equação diferente daquela em que o trabalho pode ser reorganizado com maior flexibilidade.

Por isso, mais do que perguntar simplesmente “quanto custa reduzir a jornada?”, o RH precisa começar a perguntar: Como a empresa utiliza atualmente cada hora de trabalho disponível?

Menos horas significam menor produtividade?

Essa é uma das principais questões para as empresas diante de uma eventual redução da jornada.

A relação, porém, não é direta. Quantidade de horas trabalhadas e produtividade não são a mesma coisa.

Uma operação pode utilizar muitas horas e ainda apresentar baixa produtividade quando parte desse tempo é consumida por retrabalho, processos manuais, controles paralelos, espera por informações ou atividades que não agregam valor.

Da mesma forma, uma redução das horas disponíveis não significa, necessariamente, uma redução proporcional daquilo que a empresa consegue produzir.

O ponto central passa a ser quanto valor é gerado por cada hora trabalhada.

Produtividade não é apenas trabalhar mais

Quando uma empresa precisa entregar os mesmos resultados em menos tempo, a primeira reação pode ser pensar em aumento de quadro ou maior intensidade de trabalho. Mas existe outra variável que precisa ser analisada: a eficiência da própria operação.

Processos mais bem estruturados, responsabilidades claras, informações integradas, automação de atividades administrativas e melhor utilização da tecnologia podem reduzir o tempo necessário para executar determinadas tarefas.

Isso não significa que a tecnologia ou a reorganização de processos eliminarão os impactos de uma jornada menor. Em operações que dependem de presença física, cobertura contínua ou atendimento em horários determinados, pode ser necessário rever escalas, dimensionamento e distribuição das equipes.

A questão não é apenas quantas horas serão retiradas da jornada, mas como as horas restantes serão utilizadas.

A pergunta, portanto, deixa de ser apenas:

“Quantas horas trabalhamos?”

E passa a ser:

“Quanto conseguimos produzir com cada hora trabalhada?”

Essa mudança de perspectiva aproxima a discussão sobre jornada de outras dimensões da gestão: processos, tecnologia, dimensionamento de equipes, custos e indicadores.

É justamente essa relação que precisa ser compreendida antes de projetar os impactos de uma eventual mudança na jornada.

O impacto depende do modelo de operação

Uma eventual redução da jornada não produzirá o mesmo efeito em todas as empresas. O impacto depende de como o trabalho é realizado, da necessidade de cobertura e da forma como as equipes estão dimensionadas.

Em uma atividade predominantemente administrativa, parte da redução pode ser absorvida por reorganização de processos, redistribuição de atividades ou automação. Já em operações que dependem de presença contínua, como varejo, restaurantes, hospitais, logística, indústria, segurança e atendimento, a principal preocupação pode estar na cobertura da operação.

Nesses casos, reduzir as horas disponíveis de cada profissional pode exigir uma combinação de medidas: revisão das escalas, redistribuição das jornadas, alteração do dimensionamento das equipes ou utilização mais eficiente dos recursos disponíveis.

Isso ajuda a explicar por que o impacto de uma mudança na jornada não pode ser analisado somente pela folha de pagamento.

A empresa precisa entender como o trabalho é produzido e quais recursos são necessários para manter o mesmo nível de serviço.

Da jornada ao dimensionamento

Imagine uma operação que precisa funcionar sete dias por semana ou durante 24 horas. O desafio não está apenas em reduzir algumas horas da jornada individual. É preciso garantir que, ao longo de todo o período, exista uma quantidade adequada de pessoas para atender à demanda.

Isso envolve perguntas como:

  • Quantas pessoas são necessárias em cada horário?

  • Como ficam os dias de descanso?

  • Existe necessidade de ampliar o quadro?

  • Como serão tratados férias, afastamentos e ausências?

  • Haverá impacto sobre horas extras?

  • Qual será o efeito sobre o nível de serviço?

Quanto maior a dependência de cobertura presencial, mais importante se torna essa análise.

Por isso, jornada, dimensionamento e produtividade precisam ser analisados em conjunto. Uma mudança na jornada pode representar um desafio maior para algumas operações e menor para outras, dependendo de sua estrutura e capacidade de reorganização.

O impacto da redução da jornada não está apenas nas horas que deixam de ser trabalhadas. Está na forma como a empresa precisará reorganizar as horas que permanecem disponíveis.

Esse é um ponto em que o RH passa a ter um papel cada vez mais relevante: transformar a discussão sobre jornada em uma análise objetiva de pessoas, cobertura, produtividade e custos.

O verdadeiro desafio: produtividade por hora

Se a jornada for reduzida, a empresa terá menos horas disponíveis para realizar o trabalho. A questão, então, passa a ser entender quanto dessas horas é efetivamente convertido em produtividade.

Em muitas operações, nem todo o tempo de trabalho é destinado diretamente à atividade que gera valor. Parte dele pode ser consumida por tarefas manuais, retrabalho, conferências repetitivas, controles paralelos, espera por informações, aprovações demoradas ou processos que ainda não estão suficientemente integrados.

Esses tempos fazem parte do custo da operação, mesmo quando não aparecem de forma evidente na folha de pagamento.

Onde está o tempo que não aparece nos indicadores?

Antes de concluir que uma redução da jornada exigirá necessariamente mais pessoas, é importante entender como as horas disponíveis são utilizadas em cada tipo de operação.

Na indústria, por exemplo, a análise pode envolver tempo de máquina, preparação de produção, trocas de turno, paradas, manutenção e dimensionamento das equipes.

No varejo e no comércio, questões como horário de funcionamento, fluxo de clientes, abertura e fechamento das unidades, distribuição das equipes e períodos de maior movimento podem ser determinantes.

Em operações de serviços, o desafio pode estar na relação entre volume de atendimento, tempo necessário para execução das atividades e quantidade de profissionais disponíveis em cada período.

Por isso, algumas perguntas se tornam fundamentais:

  • Qual é a demanda da operação ao longo do dia e da semana?

  • Em quais períodos é necessário maior número de profissionais?

  • Quanto da jornada é efetivamente utilizado na atividade principal?

  • Existem períodos de ociosidade ou momentos de sobrecarga?

  • Como as equipes estão dimensionadas em relação à demanda?

  • Quais atividades poderiam ser reorganizadas, automatizadas ou redistribuídas?

  • Uma mudança na jornada exigiria mais pessoas ou uma nova distribuição das equipes?

  • Qual seria o impacto sobre horas extras, cobertura, produtividade e nível de serviço?

Essa análise é especialmente importante porque o tempo de trabalho tem características diferentes conforme o modelo de negócio. Uma hora de trabalho em uma linha de produção, em uma loja ou em uma operação de atendimento não representa necessariamente a mesma capacidade operacional.

Assim, a discussão sobre produtividade precisa partir da realidade de cada empresa.

A questão não é apenas quantas horas serão reduzidas. É entender como cada operação transforma horas trabalhadas em produção, atendimento e resultado.

A partir dessa análise, fica mais claro por que o impacto financeiro de uma mudança na jornada precisa considerar diferentes variáveis da operação.

O impacto financeiro precisa ser calculado

Uma das principais preocupações das empresas diante de uma eventual redução da jornada está naturalmente relacionada aos custos.

Se a remuneração mensal for mantida e a jornada semanal passar de 44 para 40 horas, haverá uma redução de aproximadamente 9,1% nas horas semanais disponíveis. Como consequência matemática, o custo da hora trabalhada aumenta aproximadamente 10%.

Esse cálculo, porém, representa apenas uma parte da equação.

O custo total da operação não necessariamente aumentará na mesma proporção. Para entender o impacto real, é preciso considerar como a empresa organiza seu trabalho e quais ajustes serão necessários para manter sua capacidade de produção ou atendimento.

Custo da hora não é o mesmo que custo total da operação

Uma indústria pode precisar avaliar se a nova jornada exigirá alterações nos turnos, contratação de profissionais ou reorganização da produção.

No varejo e no comércio, a análise pode envolver horários de funcionamento, cobertura das lojas, períodos de maior movimento e necessidade de reforço das equipes.

Em serviços e operações de atendimento, podem entrar na equação o volume de demanda, o nível de serviço esperado e a quantidade de profissionais necessária em cada período.

Além disso, outros fatores podem alterar o resultado:

  • necessidade de novas contratações;

  • horas extras;

  • alterações nas escalas;

  • absenteísmo;

  • turnover;

  • produtividade das equipes;

  • automação de atividades;

  • reorganização de processos;

  • necessidade de cobertura da operação.

Por isso, não é suficiente aplicar um percentual sobre a folha e concluir qual será o impacto financeiro da mudança.

O aumento do custo da hora é uma consequência matemática. O impacto sobre o custo total da empresa é uma questão de gestão.

Essa distinção permite que RH e área financeira trabalhem com cenários concretos, considerando não apenas o custo da mão de obra, mas também a capacidade da operação de manter seus níveis de produção, atendimento e serviço.

Nesse contexto, a discussão sobre jornada deixa de ser exclusivamente trabalhista e passa a envolver uma análise conjunta de custos, produtividade, dimensionamento e organização do trabalho.

Tecnologia: transformando informação em capacidade operacional

Quando a jornada muda, a tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta para registrar informações. Ela passa a ter um papel importante na capacidade da empresa de planejar, acompanhar e utilizar melhor suas horas de trabalho.

Em uma operação com diferentes turnos, unidades ou modelos de jornada, administrar escalas manualmente pode aumentar a complexidade e dificultar a visualização dos impactos de cada decisão.

Sistemas de gestão de pessoas, controle de ponto e jornada podem ajudar a simular cenários, acompanhar horas trabalhadas, identificar horas extras, absenteísmo e custos de pessoal.

Mas tecnologia, por si só, não resolve o problema.

Seu valor aparece quando está conectada aos processos e às informações utilizadas pela gestão.

Da informação à decisão

Imagine uma empresa que precise avaliar diferentes alternativas de jornada. Para tomar uma decisão consistente, não basta saber quantas pessoas possui hoje.

É preciso conseguir relacionar informações como:

Jornada → Escala → Quadro de Pessoal → Horas trabalhadas → Horas extras → Absenteísmo → Custo → Produtividade

Quanto mais integradas estiverem essas informações, maior será a capacidade de simular cenários e compreender seus possíveis impactos antes de implementar uma mudança.

Isso também vale para as atividades administrativas do RH. Processos manuais, lançamentos repetitivos e controles descentralizados consomem tempo que poderia ser direcionado para atividades de maior valor.

Automação e inteligência artificial podem contribuir justamente nesse ponto, reduzindo atividades operacionais e dando maior velocidade ao acesso às informações. Mas a tecnologia precisa estar acompanhada de processos bem estruturados e indicadores adequados.

Tecnologia não substitui o planejamento da força de trabalho. Ela amplia a capacidade de planejar, acompanhar e tomar decisões com base em informações.

Para o RH, essa mudança de perspectiva é relevante. A gestão da jornada deixa de ser apenas uma questão de controle de ponto e passa a fazer parte de uma visão mais ampla sobre capacidade operacional, produtividade e custos.

O novo papel do RH: entender a relação entre tempo, pessoas e produtividade

Uma eventual mudança na jornada também amplia o papel do RH na gestão da operação.

Mais do que administrar horários, escalas e registros de ponto, será necessário compreender como as decisões sobre jornada afetam pessoas, custos, produtividade e capacidade de atendimento ou produção.

Isso exige uma visão mais integrada dos dados.

O RH precisa ter condições de responder perguntas como:

  • Qual é o impacto de diferentes modelos de jornada sobre os custos?

  • Quantas pessoas são necessárias para manter a operação funcionando?

  • Onde estão os períodos de maior demanda?

  • Quanto da jornada é consumido por atividades que não agregam valor?

  • Quais processos podem ser automatizados ou reorganizados?

  • Como horas extras, absenteísmo e turnover estão relacionados ao dimensionamento das equipes?

  • Quais indicadores permitem acompanhar a produtividade da operação?

Essas respostas não estão em um único indicador ou sistema. Elas surgem quando Pessoas, Processos, Tecnologia e Indicadores passam a ser analisados de forma conectada.

Essa visão permite que o RH deixe de atuar apenas de forma reativa diante das mudanças e passe a trabalhar com cenários, informações e indicadores que apoiem as decisões da empresa.

O desafio do RH não será apenas administrar uma nova jornada, mas compreender como a organização pode utilizar melhor cada hora de trabalho disponível.

E aqui fazemos a ponte perfeita para a conclusão: não é mais uma discussão apenas sobre jornada; é uma discussão sobre capacidade operacional e produtividade.

Mais do que discutir horas, é preciso discutir produtividade

O debate sobre o fim da escala 6x1 coloca uma questão importante para as empresas: como manter produtividade, qualidade e capacidade operacional diante de uma eventual redução da jornada?

As pesquisas disponíveis mostram que não existe uma resposta única. Os efeitos sobre produtividade, custos, emprego e organização do trabalho variam conforme o setor, o modelo de operação e a forma como a mudança é implementada.

Para algumas empresas, o principal desafio poderá estar no dimensionamento das equipes e na cobertura da operação. Para outras, a maior oportunidade de ajuste poderá estar na revisão de processos, na automação ou na melhor utilização das informações.

Por isso, a discussão não deveria se limitar a quantas horas serão trabalhadas.

Ela também precisa considerar o que acontece dentro dessas horas.

Quanto tempo é efetivamente utilizado na produção, no atendimento ou na entrega de valor? Quanto é consumido por atividades manuais, retrabalho, controles e processos pouco eficientes? Onde a tecnologia pode ampliar a capacidade das equipes? E quais indicadores permitem acompanhar se as mudanças estão produzindo os resultados esperados?

Independentemente do formato que venha a prevalecer, organizações que conhecem seus processos, dimensionam adequadamente suas equipes, utilizam seus dados e investem em tecnologia estarão mais preparadas para lidar com mudanças na organização do trabalho.

Para o RH, isso significa ampliar sua atuação: da administração da jornada para a gestão da capacidade operacional.

A discussão sobre jornada pode começar com a pergunta “quantas horas vamos trabalhar?”. Mas a questão que realmente importa para a gestão é: quanto valor conseguimos gerar por hora trabalhada?

É nessa relação entre pessoas, processos, tecnologia, produtividade e indicadores que o RH pode encontrar caminhos para responder às novas demandas do mundo do trabalho — com mais informação, planejamento e capacidade de gestão.

 

 

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